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Facilitadora é a psicóloga transpessoal Marina de Assis.

Técnica criada e patenteada por Vera Bassoi, que a chamou de “O Movimento do Espírito através de bonecos, nas Constelações Individuais, técnica essa que está sendo divulgada no Brasil e no exterior, tendo sido apresentada, em Londres, ao ilustre cientista contemporâneo – Rupert Sheldrake , o qual testou, analisou e deu seu aval científico.” (Para maiores informações assista ao vídeo intitulado “Consulta Científica de Vera Bassoi com Rupert Sheldrake, no site do Instituto Vera Bassoi –www.institutoverabassoi.com.br)
 
Essa técnica funciona da mesma forma que as Constelações Sistêmicas em grupo, só que usamos os bonecos Play Mobyl para representar os familiares e/ou sintomas do campo morfogenético da pessoa constelada. A vantagem é que como só tem a presença do constelado e do facilitador, a pessoa se sentirá menos exposta e poderá falar sobre temas que talvez não falaria num grupo maior. 

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Vera Bassoi defendeu sua dissertação de mestrado em Comunicação e Pensamento Sistêmico: “Um Estudo sobre Constelações Familiares” A dissertação está disponível, na íntegra, no site: www.institutoverabassoi.com.br, clicando em Publicações, lá no menu superior.

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Outra vantagem é que com essa técnica podemos facilitar casais, trabalhando assim os campos morfogenéticos de suas respectivas famílias de origem ao mesmo tempo e/ou seu campo morfogenético atual com seus filhos ou não. Ou seja, podemos constelar duas pessoas num período que normalmente seria atendida só uma pessoa.
                                                                                         
                               
 Além disso, como não precisamos do grupo para facilitar a constelação, podemos fazer pela internet.

 

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Um pouco de teoria das Constelações Sistêmicas segundo Bert Hellinger:

 Durante as constelações nos conectamos com três tipos de consciência:
A consciência da família do cliente (Consciência Grupal), 
A consciência de nossa própria família ( Consciência Pessoal), 
A consciência universal e Maior ( Consciência Universal).
Segundo Bert Hellinger o conceito de “Boa” ou “Má” consciência, em Constelações Sistêmicas difere do conceito de “Boa” ou Má” Consciência do senso comum:  “ter boa consciência é ser igual àqueles que amamos em nossa família”, ou seja , repetimos os comportamentos de nossos antepassados para poder nos sentirmos pertencendo à família! Então, no sistema familiar a “ovelha negra” é aquela que foge ao padrão de comportamento dos familiares. Assim, fazemos tudo para “pertencermos” à família, mesmo que seja ficarmos doentes ou seguirmos alguém na morte. Isso tem a ver com ser “igual” ou ser “diferente” da família. A culpa vem da má consciência. 
 Todos os excluídos, sejam voluntariamente ou não, causam emaranhamentos no campo morfogenético da família. 
A atitude para não emaranhar depende da forma como a pessoa se comporta ( se honra seus familiares, obedece a hierarquia e os lugares de cada um).
Todos os excluídos são representantes de alguém que veio antes. Nada é por acaso: – suicídios, acidentes, doenças, deformidades… Estamos todos vinculados numa rede de fios invisíveis de nosso sistema familiar.

A facilitadora de constelações com bonecos no Solar é a psicóloga transpessoal –  Marina de Assis.